21.10.08

Eco sim, chata não

Sou ecologicamente correta.
Separo o lixo reciclado (e se a lixeira de reciclado está longe ou está frio ou tarde da noite e não quero abrir a porta da cozinha que dá para o quintal onde ela geralmente fica, empilho o lixo no cantinho da pia -- o que pira meu pai, :D -- para colocá-lo em seu devido lugar de manhã).
Brigo com todo mundo aqui em casa que tem preguiça (preguiça!) de separar o lixo (aqui no escritório, nada mais natural que seja lixo reciclável: papel e plástico; banheiro e cozinha recebem todo o orgânico).
Ando mais a pé que de carro ou ônibus (preciso retomar a bicicleta).
Reservo a água da máquina de lavar para lavar quintal; lavo toda a louça de uma vez só antes de enxagüar.
Jogo óleo de conservas e óleo de fritura no lixo da cozinha e não no ralo ou na privada.
Espumo o shampoo no cabelo com o chuveiro desligado; banho de "dia.não" (lavo cabelo dia.sim-dia.não) faço em 10 minutos (máximo).
Reciclo os trabalhos de facul antigos de minhas irmãs e a papelada do meu pai para imprimir coisas para las clases; peço sempre xerox frente-e-verso (só se o xerox é inevitável, senão, e-mail neles!).
Prefiro produtos embalados em papel ou só em plástico (acho o fim do mundo frutas, legumes e frios embalados em isopor e plástico!).
Não uso sacolinhas se compro revistas, canetas ou coisas minúsculas e leves do tipo.
E por fim, dou bronquinha em amigos, familiares, namorado e nos próprios empacotadores do super-mercado se eles colocam em sacolas de plástico embalagens que foram projetadas para ser carregadas: amaciantes, desinfetantes, água sanitária, carvão (sim, acho um dó queimar madeira para fazer carvão), as opções são praticamente infinitas.
Consegui convercer meu pai a dispensar as sacolinhas no super-mercado pedindo que os empacotadores coloquem as compras em caixas de papelão que os super-mercados têm aos montes e de graça (o contrário do raio da sacolinha, que onera bastante para o estabelecimento comercial que as fornece). Em casa elas servirão para abrigar lixo reciclável que os lixeiros ou entidades que reciclam o lixo ficam saltitantes de alegria ao recebê-las (de verdade, meu pai contou emocionado o dia que ele pôs o lixo para fora no exato momento em que o caminhão de lixo estava na nossa rua, e os lixeiros faltaram pegá-lo no colo, de tão contentes que ficaram ao ver o lixo, limpinho, separadinho).
Faz tempo já que paquero as tais ecobags. Virou moda, muitas marcas famosas fizeram as suas (até hoje a que eu tinha gostado mais era a da Góoc, também a venda no Avon). Mas esta Samburá, entrou no top ten em primeiríssimo lugar.
Ela imita o design de uma daquelas sacolinhas de plástico, com 50cmx45cm, e pode ser dobrada (ficando com 8cm² e com zíper!) para ser levada para qualquer canto! Coisa mais engenhosa e bacana que vi nos últimos tempos, até porque é artesanal, então, pouco agride o meio-ambiente. Vide fota abaixo para entender como funfa.
A galeria de fotas é de enlouquecer, com cores lindas e estampas mais ainda.
Mas sem dúvida, a que mexeu com meu coração (e combina com tudo o que tenho, rs) é a verde musgo.
Não sei quanto custa mas o site oferece todas as facilidades para descobrir. Só não quero saber ainda porque estou numa maré pobre-de-marré. Mas assim que essa maré baixar, está no topo da lista, comprarei sem dúvida.

Um comentário:

sambura disse...

oi Carol, que ótimo o seu post (vou mencionar no samburabrasil.wordpress.com)mande um e-mail com seu CEP para o samburabrasil@gmail.com e a gente pode te enviar o cálculo do envio da bolsa...
obrigada, continue assim "eco"! :)
bjs,
Ana (Samburá)