"Último tango em Paris", 1972 . Maria Schneider e Marlon Brando* Campanha "Copie citando a fonte": Mme. Mean (além de fonte, inspiração).
"Último tango em Paris", 1972 . Maria Schneider e Marlon Brando* Campanha "Copie citando a fonte": Mme. Mean (além de fonte, inspiração).
Vi no blog da Chris (Vermelho melancia) e achei a iniciativa incrivelmente simples e eficiente. Uma blogagem coletiva no Dia da Ecologia.Antes de viajar e morar na Espanha, eu já pegava no pé do pessoal em casa, para separar ao máximo o lixo orgânico do reciclável. Foi uma luta, mas no fim perceberam que é até mais prático para descartar definitivamente, quando o lixeiro recolhe o lixo (!) nos dias alternados.
Mas quando estive ali percebi o quanto o lixo é bem tratado, e como as pessoas fazem a maior questão de reciclá-lo. Por uma questão de higiene. Por outra questão de bem-estar social e ambiental. E por outra ainda de praicidade: um país tão pequeno, antigo e cheio de gente não pode se dar ao luxo de não se preocupar com o espaço que o lixo produzido ocupa em seu território.
E há ali um hábito tão simples que chega a ser bobo, ou nos deixa bobos, como não pensamos nisso antes?!
É fácil bitolar, achar que o lixo tem categorias que nunca podem se misturar. Mas na Espanha se usa o seguinte: dentro de casa uma lixeira para orgânicos, outra para vidros e outra para papéis, metais e plásticos.
'Peraí: metal, plástico e papel, tudo junto?
Sim, por que não?
São materiais secos, que não se misturam, e para quem recicla, separá-los é bem mais simples do que se misturar com lixo orgânico. E outra coisa, vidro não é um lixo muito comum, por isso, facílimo de descartar, bastar deixá-lo reservado numa caixinha de papelão e à mostra: não queira mutilar o cara que recolhe o seu lixo para o aterro sanitário.
Outra coisa: custa o quê ir à padaria duas quadras da sua casa a pé e não de carro? Reconheço que há distâncias/horários que pedem carro, ônibus, trem. Mas há distâncias facilmente cumpríveis a pé, de bicicleta. Fico fula em ver amigo meu sair de casa para andar 1 quarteirão de distância pra comprar pão! Eu mesma, trabalho a 4 km de distância da minha casa e faço o percurso a pé, não só para não poluir, é mais barato e saudável.
Se não for por seu próprio bem estar, que seja pelo bem estar de sua família, de seus filhos, de seus netos (vindouros ou já presentes); ou que seja por praticidade, vai por mim, tome a iniciativa de mudar um tiquinho seus hábitos e perceba como tudo se facilita.
Não é possível que não te doa pensar que todos os dias milhares de pessoas morrem por sede e fome porque não têm de onde tirar comida ou água, porque suas fontes secaram, não pelo excesso de uso, mas pelo clima cão que só faz cozinhar o planeta cada dia mais e mais. Cuidar do seu lixo é bem pouco mas já é algo.
No fim tudo se resume a, literalmente, sacudir a poeira. O problema que o mal da humanidade é ter preguiça de se mexer, de mudar.
Porque quem não tem medo de falar de suas angústias, merece ser notado.
Sem contar que tirou as palavras da minha boca: "Pessoal confunde a universidade pública com parque temático? Parece uma Sessentalândia. Jura que eles cantam apesar de você e vem, vamos embora de hora em hora no piquete? E depois de experimentar todas as atrações, metem terno e vão ganhar dinheiro? A universidade é alguma espécie de portal pruma outra dimensão?
That's funny. In a scratching-my-head sort of way."
Atacar não resolve nada, galera, saiam já daí.
Eu me torturo.
Não bastasse passar o tempo ocioso passeando na Submarino e paquerando os milhaaares de livros que eu ainda não tenho (uia que coisa: minha lista de desejos lá já está em mais de 50, áfe!), eu fico passeando lá também, e se fosse possível ter uma lista de desejos lá, já teria uns 10 itens, no mínimo.
Olha que esse endereço é antigo, é como uma galeria de todas obras maravilhosas que La Reina Madre foi capaz de criar e vender, ou seja, eu paquero coisas que nem mesmo posso sonhar ter! Áfe duplo.
Mas, como sou um ser torturante e paciente, sempre encontro coisinhas que lá ficaram, sem ser adquiridas (ou assim quero creer), como esta bolsinha coisa-mais-fofa! e esta bolsa elooorme (adoooro bolsa elooorme. E muitas vogais.) combinante com a bolsinha-carteira anterior.
Fala se não são maravelosas?!
"Campanha com 'fumantes fisgados' causa polêmica na Grã-Bretanha"
Então quem não fuma é obrigado a respirar a fumaça podre dos belezinhas dos fumantes, e os belezinhas dos fumantes não podem olhar pr'uma campanha anti-tabaco que eles logo reclamam?!
Catar coquinho na ladeira, pra ver o tanto que é gostoso.
Imagem de Pedro Gomes.Está fazendo um frio delicioso, 'cês não têm noção.
Falo sério: amo frio. Não agüentava mais aquele calor de suar em bicas, eca.
Na falta de algum programa que preste, sempre atento para os comerciais da tv, vocês bem sabem, quem me lê há tempo.
Na corrida pelas milhaaares de propagandas pelo dia das mães, a mais fofa, sem dúvida, é a da Casas Bahia. Ô bebê fofura, mo deuso!
No quesito "machista mas engraçada, fazer o quê?!", a da Coca-Cola Zero, que o garoto vai descobrir as maravilhas da namorada numa pudica época passada, caem-se duas garrafas do tal refresco e o final vocês sabem como é.
Contrapondo essa tem a do rapaz, que joga um bumerangue enquanto paquera uma moçoila na praia. Niqui o bumerangue volta, vem uma garrafa de Coca na fuça dele, que o deixa banguela. Besta, mas engraçada, vai.
Preciso de ajuda.
Bastou começar a entrar uma graninha a mais e não me segurei.
Sabem quantos livros comprei em 2 meses?
4.
Sabem quantos pares de sapatos?
2.

Carregadores deixam cair piano de R$ 180 mil na Grã-Bretanha
Deus é um pândego mesmo né?
Comé que ele me dá uma voz tão maravilhosa pra uma criança de 19 anos (míseros 17 mal completos quando lançou seu primeiro álbum)?!
Claro que fica a sensação de que Joss carece de experiência para cantar sobre as tristezas, decepções e paixões proundas que inspiram suas músicas. Ainda mais se levarmos em consideração sua voz (sem preconceitos, não alonguemos este papo) negra e sua escolha por R&B ou o simples e tristonho blues.
Mas deixando de lado o que é real ou não em suas composições e interpretações, vai cantar assim bem lá em casa, molér!
'Taqueopariu!
Não bastasse ter uma voz que (não eu não estou ficando surda) cada vez mais se aproxima de Janis, está cada vez mais linda. Ruiva então.
Quem nunca ouviu Joss Stone pode começar pelo último álbum sem receios, "Introducing Joss Stone", fresquinhos nas prateleiras e nos sites de compartilhamento. Mas não pode perder "Mind, body & soul" e "The soul sessions".
Não me pergunte qual o melhor disco. Mas posso dizer qual a mais deiciosa de "Introducing...": "Put your hands on me (baby)".