
É bem esse violão num só tom e o texto desesperado e já rouco desde que ela se foi.
Throw me a rope . Kt Tunstall
I want you between me and the feeling I get when I miss you
but everything here is telling me I should be fine
So why is it so, above as below,
that I'm missing you every time?
I got used to you whispering things to me into the evening
we followed the sun and its colours and left this world
It seems to me that I'm definitely
Hharing the best that I've heard.
So throw me a rope to hold me in place!
Show me a clock for counting my days down.
Cause everything's easier when you're beside me
come back and find me,
cause I feel alone.
And whenever you go it's like holding my breath underwater
I have to admit that I kind of like it when I do...
Oh, but I've got to be, unconditionally,
unafraid of my days without you!
So throw me a rope to hold me in place!
Show me a clock for counting my days down.
Cause everything's easier when you're beside me,
come back and find me!
Whenever I'm falling you're always behind me,
come back and find me!
Cause everything's easier when you're beside me,
come back and find me,
cause I feel alone.
Preciso de você entre mim e o sentimento que tenho quando sinto tua falta
mas tudo me diz que eu deveria ficar bem.
Então porque isso é assim, acima de tudo, eu sinta tua falta o tempo todo?
Me acostumei com você sussurrando coisas pra mim noite adentro,
nós seguimos o sol e suas cores e deixamos este mundo.
Parece pra mim, que eu estive, definitivamente, ouvindo o melhor que eu poderia ouvir.
Então me atire uma corda, para que eu agüente ficar aqui.
Mostre-me um relógio, para contar meus dias,
porque tudo era mais fácil quando você estava ao meu lado.
Volte e me encontre!
Porque eu me sinto sozinha.
E desde quando você se foi, é como se eu prendesse minha respiração debaixo d'água.
(Tenho que admitir que eu quase gosto disso quando eu faço)
Mas eu tenho que estar, incondicionalmente,
sem medo dos meus dias sem você.
Então, me atire uma corda, para que eu agüente ficar aqui,
mostre-me um relógio para contar meus dias,
porque tudo era mais fácil quando você estava ao meu lado.
Volte e me encontre!
Quando eu sucumbia, você sempre me reerguia.
Volte e me encontre,
porque tudo era mais fácil quando você estava ao meu lado.
Volte e me encontre!
Porque eu me sinto sozinha.
Pingüins do pau oco. Lembram que a gente aprendia nas aulas de História sobre a época barroca no Brasil que se contrabadeava ouro em imagens de santos ocos? Poizé, reinventaram a idéia.
"Último tango em Paris", 1972 . Maria Schneider e Marlon Brando* Campanha "Copie citando a fonte": Mme. Mean (além de fonte, inspiração).
Vi no blog da Chris (Vermelho melancia) e achei a iniciativa incrivelmente simples e eficiente. Uma blogagem coletiva no Dia da Ecologia.Antes de viajar e morar na Espanha, eu já pegava no pé do pessoal em casa, para separar ao máximo o lixo orgânico do reciclável. Foi uma luta, mas no fim perceberam que é até mais prático para descartar definitivamente, quando o lixeiro recolhe o lixo (!) nos dias alternados.
Mas quando estive ali percebi o quanto o lixo é bem tratado, e como as pessoas fazem a maior questão de reciclá-lo. Por uma questão de higiene. Por outra questão de bem-estar social e ambiental. E por outra ainda de praicidade: um país tão pequeno, antigo e cheio de gente não pode se dar ao luxo de não se preocupar com o espaço que o lixo produzido ocupa em seu território.
E há ali um hábito tão simples que chega a ser bobo, ou nos deixa bobos, como não pensamos nisso antes?!
É fácil bitolar, achar que o lixo tem categorias que nunca podem se misturar. Mas na Espanha se usa o seguinte: dentro de casa uma lixeira para orgânicos, outra para vidros e outra para papéis, metais e plásticos.
'Peraí: metal, plástico e papel, tudo junto?
Sim, por que não?
São materiais secos, que não se misturam, e para quem recicla, separá-los é bem mais simples do que se misturar com lixo orgânico. E outra coisa, vidro não é um lixo muito comum, por isso, facílimo de descartar, bastar deixá-lo reservado numa caixinha de papelão e à mostra: não queira mutilar o cara que recolhe o seu lixo para o aterro sanitário.
Outra coisa: custa o quê ir à padaria duas quadras da sua casa a pé e não de carro? Reconheço que há distâncias/horários que pedem carro, ônibus, trem. Mas há distâncias facilmente cumpríveis a pé, de bicicleta. Fico fula em ver amigo meu sair de casa para andar 1 quarteirão de distância pra comprar pão! Eu mesma, trabalho a 4 km de distância da minha casa e faço o percurso a pé, não só para não poluir, é mais barato e saudável.
Se não for por seu próprio bem estar, que seja pelo bem estar de sua família, de seus filhos, de seus netos (vindouros ou já presentes); ou que seja por praticidade, vai por mim, tome a iniciativa de mudar um tiquinho seus hábitos e perceba como tudo se facilita.
Não é possível que não te doa pensar que todos os dias milhares de pessoas morrem por sede e fome porque não têm de onde tirar comida ou água, porque suas fontes secaram, não pelo excesso de uso, mas pelo clima cão que só faz cozinhar o planeta cada dia mais e mais. Cuidar do seu lixo é bem pouco mas já é algo.
No fim tudo se resume a, literalmente, sacudir a poeira. O problema que o mal da humanidade é ter preguiça de se mexer, de mudar.
Porque quem não tem medo de falar de suas angústias, merece ser notado.
Sem contar que tirou as palavras da minha boca: "Pessoal confunde a universidade pública com parque temático? Parece uma Sessentalândia. Jura que eles cantam apesar de você e vem, vamos embora de hora em hora no piquete? E depois de experimentar todas as atrações, metem terno e vão ganhar dinheiro? A universidade é alguma espécie de portal pruma outra dimensão?
That's funny. In a scratching-my-head sort of way."
Atacar não resolve nada, galera, saiam já daí.
Eu me torturo.
Não bastasse passar o tempo ocioso passeando na Submarino e paquerando os milhaaares de livros que eu ainda não tenho (uia que coisa: minha lista de desejos lá já está em mais de 50, áfe!), eu fico passeando lá também, e se fosse possível ter uma lista de desejos lá, já teria uns 10 itens, no mínimo.
Olha que esse endereço é antigo, é como uma galeria de todas obras maravilhosas que La Reina Madre foi capaz de criar e vender, ou seja, eu paquero coisas que nem mesmo posso sonhar ter! Áfe duplo.
Mas, como sou um ser torturante e paciente, sempre encontro coisinhas que lá ficaram, sem ser adquiridas (ou assim quero creer), como esta bolsinha coisa-mais-fofa! e esta bolsa elooorme (adoooro bolsa elooorme. E muitas vogais.) combinante com a bolsinha-carteira anterior.
Fala se não são maravelosas?!
"Campanha com 'fumantes fisgados' causa polêmica na Grã-Bretanha"
Então quem não fuma é obrigado a respirar a fumaça podre dos belezinhas dos fumantes, e os belezinhas dos fumantes não podem olhar pr'uma campanha anti-tabaco que eles logo reclamam?!
Catar coquinho na ladeira, pra ver o tanto que é gostoso.
Imagem de Pedro Gomes.Está fazendo um frio delicioso, 'cês não têm noção.
Falo sério: amo frio. Não agüentava mais aquele calor de suar em bicas, eca.
Na falta de algum programa que preste, sempre atento para os comerciais da tv, vocês bem sabem, quem me lê há tempo.
Na corrida pelas milhaaares de propagandas pelo dia das mães, a mais fofa, sem dúvida, é a da Casas Bahia. Ô bebê fofura, mo deuso!
No quesito "machista mas engraçada, fazer o quê?!", a da Coca-Cola Zero, que o garoto vai descobrir as maravilhas da namorada numa pudica época passada, caem-se duas garrafas do tal refresco e o final vocês sabem como é.
Contrapondo essa tem a do rapaz, que joga um bumerangue enquanto paquera uma moçoila na praia. Niqui o bumerangue volta, vem uma garrafa de Coca na fuça dele, que o deixa banguela. Besta, mas engraçada, vai.
Preciso de ajuda.
Bastou começar a entrar uma graninha a mais e não me segurei.
Sabem quantos livros comprei em 2 meses?
4.
Sabem quantos pares de sapatos?
2.